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Satelliten Aufnahme
© Foto-Spiegel

Karte Aosta-Tal
© jpb

Carte Commune Bionaz
© F.M.B. Bologna
Mont-Blanc, Mont-Cervin, Mont-Rose, Grand-Paradis , estes lugares do teto da Europa têm um lado pouco conhecido, o Vale d’Aosta, berço dos Salassos predecessores dos Romanos. Tentaremos levá-los a descobrir um desses vales adjacentes, o Vale de Valpelline-Bionaz, muito pitoresco, pleno em sua natureza e charme onde o curso do tempo parece ter ficado imóvel e as tradições são ainda vivas. Dali, nós os convidamos a buscar o passado através dos traços de nossos ancestrais. Bionaz é igualmente apropriada para os amantes de aventura, da natureza e para as famílias que buscam a calma das montanhas
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Church Sainte-Marguerite-Bionaz
© jpb Bionaz é um nome de lugar (topônimo) que se tornou também nome de família (antropônimo). A primeira menção conhecida do lugar chamado Bionaz (Biona) se encontra em um documento de 1227; Perrin Bionaz (Perrinus de Biona), Boniface e Farcon filhos de Gontier Bionaz (Farco Gonterii de Biona e Bonifacius Gonterii de Biona) são citados em documentos entre 1377 - 1379 como chefes de familia na paróquia de Valpelline (que comprendia então Oyace, Ollomont e Bionaz). Estes são os primeiros membros conhecidos da família Bionaz, que se desdobram nos séculos seguintes em numerosas localidades valdotanas. Em torno de 1770, contavam-se proprietários do nome de Bionaz em Bionaz mesmo - naturalmente – e em Oyace, Valpelline, Roisan, Gignod, Aoste, Saint-Christophe, Quart, Charvensod, Pollein, Brissogne, Saint-Marcel, Nus e mesmo em Challand Saint-Victor. Ainda hoje, o nome da família Bionaz conta-se entre os mais difundidos no Vale d'Aosta.
A etimologia desse topônimo (que se encontra na França, em três cursos d’água: o Bion, afluente do Isere, e Bionne, nome de dois afluentes do Loiret e de Marne) é obscura. Indicaria talvez, na origem, um lugar onde se produziam “billons”, isto é, onde se cortavam os troncos de árvores. No contexto linguístico occitant (midi français) e franco-provençal (Savoie e Suisse romande), assim como no Piemonte, a palavra bioun ou bihoun designa em particular um tronco cortado pelas duas pontas e vem do latim medieval billonus “poste”, diminutivo de billa ou billia, que significa justamente “ramo, tronco de árvore”: de onde vem a forma valdostana bioun-a, no feminino. O fato que essa palavra existe também nas línguas célticas, com uma significação análoga (irlandês: bille; baixo-bretão: bill ou pill; gaulês: pil) sugere que ela é de origem gaulesa.
É igualmente possível de que se trata de uma variante da palavra viona (cf. as localidades Vionnaz e Evionnaz, em Valais, forma feminina de vion, que significa pequeno caminho, sentido - diminutivo de “vy”, caminho).
Também não se pode excluir a derivação desse topônimo do nome gentílico germânico Beono ou Beonnu, que está sem dúvida na origem do topônimo Bionnens, no cantão de Fribourg.
Outras hipóteses parecem menos prováveis: como a derivação do latim betula (“bouleau”, bioula em patois) ou o parentesco com a expressão piemontesa biona, “amaranthe”. A ortografia atual Bionnaz representa a normalização das formas antigas (Byona, Biona, Biouna, Bionnaz, etc) que se encontra em documentos do século XVIII e se caracteriza pelo final “Z” (que naturalmente não se pronuncia) indicando que o acento tônico cai sobre a penúltima sílaba.
Autor: Josef Rivolin, Diretor dos Arquivos Históricos Regionais Valdotanos (cf. a Revista “La Communauté du Grand Combin” em 07/Julho/2001).
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O nome de Bionaz aparece pela primeira vez na história em 1227, quando duas pessoas se declaram locatários de um terreno do Bispo nesta localidade. Nós não sabemos se este lugar era habitado desde a mais alta antiguidade, mas o é certamente na Alta Idade Média.

Anno 1977 Bionaz
© jpb
A população Walser, de origem germânica, veio se estabelecer na parte mais alta do vale de Bionaz. Os mercadores do Vale de Hérens (Valais-Suisse) tinham um lugar reservado no mercado de Aosta aonde eles chegavam de Évolène através do “Col Collon” (às vezes, graças a um clima mais ameno, estas passagens podiam ser percorridas durante um período mais longo que agora e melhor praticadas do que em nossos dias). Devido ao comércio, Bionaz e seu vale tornaram-se uma via de comunicação muito freqüentada. Essa localidade, tipicamente alpina está situada no início do Valpelline, ao longo da corrente Butthier, cujas águas correm no fundo de um desfiladeiro estreito. A natureza selvagem que o envolve, constitui um de seus principais atrativos. O turismo não é ainda muito desenvolvido ali, mas encontram-se assim mesmo, numerosas pessoas em férias no verão.

Châine du Luseney
© Fabio Peiller
Bionaz é dedicada àqueles que apreciam sobretudo, o lado mais emocionante de suas férias. A 1600 metros de altitude, você descobrirá a beleza de um solo cuidadosamente cultivado, a flora, a fauna, florestas com correntes espumantes de uma água fresca e pura. Numerosas pastagens testemunham a importância da criação de gado. Freqüentemente se encontra tropas de gado responsáveis pela produção de leite, manteiga e da famosa FONTINA (queijo de leite puro não pasteurizado, com baixo teor de gordura, com refinamento de 60 a 90 dias). Suas férias em Bionaz permitirão acompanhar aos artesãos que realizam maravilhosas esculturas e charmosos objetos em madeira. De outra forma, numerosos caminhos e itinerários permitirão a cada um, segundo seus gostos e possibilidades, experimentar a satisfação de se aproximar da montanha nos seus aspectos mais naturais. Nós desejamos contar convosco entre o número daqueles que sabem apreciar a hospitalidade e a cordialidade discreta e calorosa dos hoteleiros e dos proprietários de restaurantes locais assim como a população inteira.
A comunidade de Bionaz no século XVIII é forte em pastagens. É com Cogne, Courmayeur e Valsavarenche a mais extensa do Vale d’Aosta. Ela tem 14.000 hectares. Dos dois lados do Buthier, cinco ou seis vales paralelos concentram cada qual uma montanha que vem até o vale central; e ao cume desse vale central, o cume de Prarayé o coroa magnificamente. As vacas têm geralmente o fundo dos vales e os lados adjacentes; os cumes cobertos de “ra-yes”, isto é, de pequenos pedaços verdes suspensos sobre os precipícios são o apanágio de cabras e bodes. Além disso, em torno de cada uma das numerosas vilas de Bionaz, há muita pastagem que não se pode utilizar: para comer esta erva, todas as familias têm no verão vacas (que se chamam as “seupé-e”) cujo leite serve de alimentação diária da família ou de estrangeiros; isso faz com que o morador das vilas que tem dificuldade de encontrar leite no verão em Valpelline, em Ollomont e em Oyace, encontre bem facilmente em Bionaz.
Origem: retornemos às nossas raízes. O que quer dizer o nome BIONA’Z, pronunciado BIONA, pois o z é mudo e não se pronuncia no dialeto valdostano (antigo franco-provençal). Seguindo os historiadores, o nome viria da palavra céltica “bunia”, pedaço inferior do tronco de uma árvore que ficou na terra após o corte, tendo tomado no franco-provençal o sentido de fonte; ou a céltica “beruna”, no patois “bione” agrião; ou a céltica “bodina”, no patois “bouène” marco, baliza; ou o latino “bajana”, orla, borda de areia. Uma outra variante proposta na revista “Le Flambeau” do Comitê das Tradições Valdotanas, n. 4, inverno 1986 (cf. Robert Berton) página 117. Texto seguinte: BIOUNA; Variante gráfica: BIONAZ. Nome derivado da localidade de origem = originário de Bionaz, comunidade situada a 1600 m de altitude, a 23 km de Aosta.

Bouquetins
© jpb
O vocábulo gaulês ONNA, ONNE, ONNO é o equivalente do latim UNDA = água agitada, onda em geral: curso de água. Na antiguidade, segundo o senhor Dauzat, é sempre o rio (denominação mais antiga) que deu seu nome a cidade, ao burgo ou a localidade ribeirinha. Depois na Idade Média, ao contrário, sempre segundo Dauzat, é geralmente a localidade que dá seu nome ao rio. No Vale d’Aosta, nós encontramos os topônimos BIONAZ, HÔNE (escrito ONA numa carta de 1253, publicada na cartografia do Bispado de Aosta), VERDONA (Oyace), VESSONA (Bionaz), etc. Criaram-se os topônimos observando os precedentes primitivos em ONNA significando “fonte, curso d’água”. Eis a hipótese mais aceita pelos diferentes historiadores.
Este vilarejo existe então, há vários séculos e sua igreja Santa Margarida foi erigida e fundada em 1640 a pedido de seus habitantes ao Bispo de Aosta da época, pois a prática do culto católico só podia se dar em Valpelline, mais abaixo e depois de 4 ou 5 horas de caminhada. O inverno, durando perto de 5 meses, obrigava os habitantes a praticar, eles mesmos, as cerimônias dos funerais de falecidos nestas vilas e localidades mais longínquas, antes que a primavera pudesse permitir a vinda de uma pessoa do clero de Valpelline, situado mais abaixo. Em nossos dias, a paróquia é dirigida por Dom Ivanno Reboulaz que há mais de 20 anos, com impulso e motivação pela juventude local, vem preservando as tradições do passado. Desde primeiro de Janeiro de 2001, Dom Ivanno é o responsável e administrador do clero do Bispado de Aosta, pelas seguintes paróquias de montanhas: Bionaz, Oyace, Ollomont e Valpelline.
Nós temos a lhe agradecer sinceramente por sua ajuda preciosa na elaboração e autorização para a publicação deste site.
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O cume do vale encarregou a paisagem, em razão da construção entre 1958 e 1963, de uma enorme barragem: o dique de Place Moulin, que é uma boa atração turística graças a sua imponente dimensão e suas características técnicas. Em efeito, com seus 155 metros de altura e 680 metros de largura, esta barragem é uma das estruturas em arco mais imponentes da Europa. Mesmo se a paisagem foi fortemente modificada por esta obra humana, Bionaz pode ainda oferecer a possibilidade de passeios agradáveis, enquanto que os alpinistas podem alcançar os cumes e as geleiras da vizinha Suíça
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Prarayer-Beach, August 2004
© Patrizio Bionaz
No século XVIII, 50 pessoas viviam em Prarayer graças às riquezas da região: criação de animais, caça, extração vegetal, batatas, centeio, que se desenvolviam a 2.000 metros de altitude sobre Pra Montjoux. O inverno durava 5 meses. Esse grupo humano isolado reencontrou o uso da pêle dos “aurochs” (bois selvagens) e organizou sua economia e sociedade com suas próprias leis inclusive no plano religioso e familiar. Até 1860/1880 havia sobre esse planalto uma feira de gado e comércio de valores, reconhecidos como lugar de encontro entre a Suíça (Vallais, de Evoléne) pela passagem Collon e o vale de Valtournenche pela passagem de Valcournera, cuja localidade era a última etapa do Mont Cervin (Matherhorn) sobre a “rota do sal” e mais tarde de contrabando durante vários séculos. Graças as acessíveis passagens no passado, nós nos permitimos supor que uma migração do norte para o sul se produziu então do sul da Alemanha para a Suíça, no Alto-Vale de Vallais, ou vice-versa do sul ao norte pela planície do Pó e isso entre o ano 800 e 1200, visto as diferentes fisionomias de pessoas encontradas no lugar e seguindo os relatos dos primeiros turistas ingleses em 1860. O povo salasso, predecessor dos romanos e perseguidos por estes últimos, teriam encontrado refúgio neste vale selgavem, segundo a lenda. Ver sobre este assunto, a página do senhor Parfait Jans, escritor valdostano.
Reservations et info. direct chez les propriètaires/Gardiens Mr. Albino BIONAZ et Madame Rosanna PETITJACQUES, Période d' ouverture du 01.04 au 30.09 et week-end en Octobre sous No.de tél.:suivant: 0165-730040 pour l'Auberge
ou 0165-730922 privé en hiver,autre alternative, logez dans la nouvelle Auberge de Jeunesse de Bionaz,voir sous menu Touristik
" La Bâtise " ouverte depuis le Printemps 2000 où Mr. Dirk Kerremans sera heureux de vous recevoir parmi ces hôtes, ou appeler sur son mobile No. 0039.328.4879702 pour une réservation ou info. à la commune à Madame Paola Petitjacques No. de tél.: 0039.0165.730106 ou 730107

Albino & Rosanna
© jpb
Albino Bionaz et Rosanna Petitjacques
Propriétaires et Gardiens de l'auberge-refuge Prarayer. Photo du 11 Avril 2004

Berggasthof-Prarayer
© jpb
Pour vos recherches généalogiques écrire à:
Paroisse Saint Marguerite
Curé Don Ivanno Reboulaz Loc. Plan de Veyne, 9 Bionaz-Valpelline I - 11010 AOSTA ITALIE |
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Käserei Bruno-Leo Bétemps
© jpb
Este é o queijo típico do Vale de Aosta (seu nome deve derivar de Fontin, um local coberto para pastagens na comuna de Quart onde onde foi produzido pela primeira vez no início do século passado).
A Fontina é moldada em rodas de 30 a 40 cm de diâmetros com 15 cm de espessura e pesando de 8 a 15 kg. A delicadeza deste queijo provem do leite não desnatado dos currais das altas montanhas que servem a sua fabricação. Lá, tropas de 80 a 150 animais tem a sua disposição pastagens de primeira qualidade, ricos em ervas aromáticas. Com a Fontina prepara-se igualmente o fondue que é um prato maravilhoso (fondue de trufas por ex.)
A vida nas cocheiras é submetida a uma severa disciplina; cada homem tem seu trabalho. O fruitier se ocupa da fabricação da fontina e dirige o pessoal. O devan berdzé (primeiro pastor) conduz a tropa às pastagens e decide as suas escolhas. Ao devan berdzé é confiada a limpeza dos estábulos. Ao éviäou (o regador) cabe molhar e conhecer a umidade das peças, enquanto que o sailläou (o salgador) vigia a salga e a conservação do queijo. Os cit (meninos) se ocupam dos pequenos trabalhos. O trato é efetuado por todos.
As pastagens valdostanas, nas quais se pratica a divisão dos trabalho desde os tempos mais longínquos, dão um exemplo de atividade racional e perfeita.
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| Em 1630, com os danos da peste ‘espanhola’, a maior parte dos habitantes do Baixo-Vale de Aosta foi dizimada. No vale de Valpelline, graças a sua forma de garganta, não foi atingida a partir da vila de Oyace, de onde numerosos habitantes de Bionaz se transferiram para as vilas desertas e depois de 2 ou 3 gerações o nome Bionaz se espalhou no Baixo Vale. Isto entre 1680 e 1750 nas vilas mais baixas como Roisan, Quart, Saint-Christophe e Aoste.
Em direção ao fim do século XVIII, uma onda de imigração causada pela industrialização e política italiana no início do século XIX fez com que numerosos valdostanos buscassem trabalho nas grandes cidades Paris-Genève, Lyon-Annecy e mesmo nos Estados Unidos. Causando a multiplicação do patronímico BIONAZ na Europa e também na América, inicialmente na costa Leste, na Pensilvânia; depois uma segunda linha no Colorado e por fim uma terceira na Califórnia.
Sobretudo no Colorado, próximo a Denver, no início deste século as tradições continuavam a ser transmitidas em suas profissões: pastor, criador de gado, moradores de ranchos; e a famosa Fontina continuava a ser produzida, mas certamente com um gosto americano, pois as pastagens, a flora e o solo desta região são de outra qualidade que a do país de origem. Para terminar e àqueles a quem por esta região interessarem-se em ver nossas referências, poderão dar uma olhada no site da senhora Lisa Baker na Califórnia que será muito feliz em apresentar-vos os novos Bionaz, ou então deixar uma mensagem em nosso livro de ouro/Guestbook, no menu, no alto da página ou diretamente em nossa caixa postal eletrônica: bio@nexgo.de

Bas Glacier Tsa de Tzan
© Patrizio Bionaz
Durante o inverno, numerosos circuitos homologados pela F.I.S.I permitem praticar esqui nas vilas de Dzovennoz, Lexert e Balmes. Em Place Moulin foi construído o maior lago artificial em forma de arco da Europa, a barragem de Place Moulin (1980m). Ela tem uma capacidade máxima de 105 milhões de metros cúbicos de água. Outras possibilidades esportivas: free-climbing, mountain-bike, trekking, pesca esportiva, alpinismo e escaldas em paredes rochosas.
Nós devemos agradecer em particular ao senhor cura Dom Ivanno Reboulaz pela acolhida e autorização à publicação deste site graças ao intermedio do Bispo de Aoste, assim como as pessoas seguintes: |
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1782 |
1806 |
1838 |
1848 |
1861 |
1881 |
1901 |
1911 |
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Bionaz |
316 |
387 |
312 |
303 |
252 |
270 |
313 |
296 |
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Ollomont |
717 |
466 |
467 |
476 |
458 |
474 |
294 |
329 |
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Oyace |
301 |
265 |
265 |
306 |
328 |
311 |
336 |
333 |
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Valpelline |
580 |
558 |
666 |
713 |
755 |
746 |
621 |
599 |
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1921 |
1931 |
1936 |
1951 |
1961 |
1986 |
1988 |
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Bionaz |
312 |
314 |
260 |
245 |
282 |
276 |
262 |
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Ollomont |
318 |
291 |
283 |
238 |
211 |
146 |
144 |
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Oyace |
289 |
247 |
223 |
242 |
277 |
205 |
216 |
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Valpelline |
621 |
571 |
565 |
627 |
731 |
539 |
551 |
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Dois séculos de variações, com altos e baixos, a população destes quatro communes decresceu em porcentagem as cifras seguintes:
| Bionaz |
- 17,90 % |
| Ollomont |
- 79,92 % |
| Oyace |
- 28,24 % |
| Valpelline |
- 05,00 % |

Dôme de Tsan 3351m
© jpb |
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| Neste vale nós encontramos visivelmente dois tipos diferentes de habitantes. O primeiro é aquele do baixo vale que se encontra principalmente ao redor da vila sede: Valpelline; o outro, ao contrário, no alto e concentrado, em maior parte na zona de Bionaz.
O habitante de Valpelline e Ollomont é profundamente preso a sua propriedade e casa, de estatura mediana, geralmente ruivo, com um olhar vivo e inteligente, lento em seus movimentos, insensível sobre os problemas à sua volta, faz recordar pessoas de Quart e Villeneuve no Vale d’Aosta, seu físico predominante lembra as características do povo de Savóia, que igualmente pode ser considerado como uma população local.
O habitante do vale superior é de tipo diferente a partir de Oyace subindo para Bionaz, La Léchère, Prarayer.
Ele é calmo, determinado e tem uma estatura característica, quase atlética, seu rosto é mais largo e geralmente de cabeleira loira típica. Um dos primeiros turista/guia inglês sr. King que atravessou o vale de Bionaz em 1855 se surpreendera por esta particularidade e constatou que esse grupo de habitantes tinha sinais idênticos com os teutões (germânicos). Em particular, as mulheres com suas gentilezas, seu amor pelo lar e a maneira pela qual elas eram cuidadosas, deixaram uma impressão singular em relação a outros habitantes do Vale d’Aosta e se poderia crer que sua força seguiu na evolução dos séculos, sem que a história tenha-se dado conta e retomado numa outra geração. No fim, não seria improvável que esse grupo houvesse colocado seus pés na terra desses lugares, como foi o caso do Vale de Gressoney, onde uma colônia de origem germânica se intalou seguindo os acontecimentos do momento.
"Nós adoraríamos poder dizer aos pesquisadores de genealogia que não é a economia mas a etnia que move a história”
Este será nosso trabalho de pesquisa na próxima década. (JPB em 22/06/2002)

Becca di Luseney
© Claudine Remacle
Descoberto em 2004 por Hervé Mayoraz, Vale de Hérèmence-Valais-Suíça em um registro de casamento realizado por volta de 1770 entre Bionaz Marie-Pierrette e Pierre Gaspoz de Saint-Martin. Eles tiveram 3 filhos e 2 filhas casados com as famílias Quinodoz, Zermatten, Voide, Moix e Charvet. Então esse movimento entre valdostanos e valesanos confirma muito bem a travessia dos vales em períodos com menos geleiras entre o vale de Valpelline/Bionaz e o Valais, Val d’hèrens, Saint-Martin
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Em 1220, homens de Évolene atacaram o povo de Bionaz que os expulsaram. Em represália, o povo de Bionaz foi até Évolene para os castigar, mas eles foram expulsos por sua vez e constrangidos voltaram para casa.
Em 1233, uma paz durável foi assinada entre os povos dos dois vales vizinhos. Uma nova convenção foi refeita em 1329 para se permitir serviço mútuo e segurança.
Em 1517, uma grande assembléia tem lugar à praça do mercado de Sion. Nesta ocasião, foi decidido destruir a passagem de Collon, pois na guerra de 1475, contra o duque de Savóia, as tropas deste último poderiam facilmente penetrar no Valais e ameaçar a capital.
Esta decisão foi retomada em 1525 e relembrada ao povo de Hérens. A decisão foi recolocada outra vez em 1529. Por sorte, a delegação enviada a Sion obtém ganho de causa e a passagem para o Vale de Aoste nunca se tornou impraticável.
Em 1609: uma nova convenção de boa vizinhaça acontece em Legeta, no fundo do vale d’Aoste.
Em 1859, se quis fazer atravessar por esta passagem uma tropa de 64 animais; mas foram surprendidos pelo mau tempo e inteiramente perdida. Foi provavelmente neste ano que se pôs fim à passagem de animais por Collon.
Este site foi editado em memória de nossos pais Sra.Irène Bionaz, nascida Müller e Sr.Louis-Angelo Bionaz, e Sr.Hector Bionaz, guia alpino e escultor em madeira, assim como sua estimada família esposa Alina e Cristina, uma de suas 3 filhas

Louis-Angelo Bionaz
© Francois Bionaz
Luigi-Angelo Bionaz - 1921/2005 -

Ettore Bionaz
© Cristina Bionaz
Hector Bionaz
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Eis os Valdostanos
Há pessoas que são como as chamas, elas são feitas para iluminar o mundo, em geral não são grandes pela quantidade mas são grandes porque carregam nelas a verdade e o futuro – Émile Chanoux)
Thanks for this translation to Mr. Léandro Bétemps from Pelotas/Brasil.

Léandro Bétemps
© LB-Pelotas
Guide de la Vallée d'Aoste et Val Pennines Auteur Mario Aldrovandi, Edition S. Lattes & Comp., Torino 1933
La Peau de l'Aurochs, roman, Saint-Loup (Marc Augier) 1952, Éditions Plon.
La Revue "Lo Flambò" du Comité des Traditions Valdôtaines, No. 4 Hiver 1986, page 117, auteur Prof. R. Berton et No. 4, Hiver 1994, page 128, auteur, Aimé Chenal. et No. No. 1, Printemps 1990, page 78, auteur Aimé Chenal.
Bulletin Paroissial du Diocèse d'Aoste, Les Paroisses du Buthier, Bionaz-Oyace-Ollomont-Valpelline, avec la bonté et l'accord de Mgr. Le Curé "Don Ivanno" Reboulaz et l'Évèché d'Aoste. Divers bulletins 1988 - 2001
Para maiores informações, comemtários e sugestões, por favor, enviem um e-mail ao autor: bio@nexgo.de
Intermedia4u Crew, Paderborn, Rhénanie-Westfalie, Germany
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Jean-Pierre Bionaz
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